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Portugal na mira dos investigadores estrangeiros

17/10/2019

Franceses, Ingleses e Brasileiros são os que mais investem no mercado imobiliário português

Franceses, Ingleses e Brasileiros são os que mais investem no mercado imobiliário português

 

Os investidores estrangeiros compram, em média, 54 casas por dia em Portugal, valor que representa 8,2% de todos os imóveis transacionados em 2018. No total são perto de 20 mil casas vendidas, um pouco por todo o país, mas com maior incidência geográfica na Área Metropolitana de Lisboa (21% do número total de imóveis transacionados) e o Algarve (29%). Os números foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

 

Do bolo total de mais de 26 mil milhões de euros transacionados em imóveis no mercado nacional em 2018, cerca de 13% (cerca de 3,4 mil milhões) diz respeito a aquisições feitas por estrangeiros.

 

Em termos de mercados, pelo terceiro ano consecutivo os franceses continuam a liderar a tabela entre os estrangeiros que mais compram:

 

  1. 1.   França (19,7%)
  2. 2.   Reino Unido (16,9%)
  3. 3.   Brasil (8,3%)
  4. 4.   China (5,1%)
  5. 5.   Alemanha (4,9%)

 

O crescente interesse por Portugal deu-se depois do país concluir o programa de resgate internacional, em 2014, iniciando um período de boom imobiliário e turístico. Os incentivos fiscais e a perceção de Portugal como um lugar seguro - o país ficou em quarto lugar no Índice de Paz Global 2018 – são outros dos atrativos que convencem os investidores estrangeiros.

 

Os incentivos fiscais são mesmo a cereja no topo do bolo para os mercados internacionais. No caso do mercado francês, os reformados são mesmo o perfil dominante de franceses a comprar casa em Portugal.

 

Na verdade, Portugal é hoje o mercado imobiliário mais dinâmico da Europa Ocidental graças a incentivos fiscais concedidos a compradores estrangeiros e aos programas de vistos gold, que oferecem licenças de residência em troca de investimentos mínimos de 500.000 euros. Desde 2014 que o investimento no setor imobiliário e na indústria do turismo tem batido todos os recordes, impulsionando a economia portuguesa, que voltou a crescer, pelo quinto ano consecutivo, em 2018.